DGI redobra esforços
para garantir boa cobrança
- após alcançar 100,01% da meta no primeiro semestre
Texto de Liége Vitorino
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A imagem reporta o "presidium" e os participantes, o Colectivo de Direcção da DGI em Julho último |
Para materialização de tais metas foram
desenhadas algumas estratégias que passam pela sensibilização dos sujeitos
passivos sobre a necessidade de pagamento de impostos através de campanhas de
educação fiscal; campanhas de fiscalização pontuais; controle dos sujeitos
passivos que apresentam deduções do IVA elevados, controle dos sujeitos
passivos que apresentam créditos sistemáticos para aferição da sua
legitimidade; diligências regulares e conjuntas entre as Direcções das Áreas
Fiscais (DAF’s) e as Direcções Provinciais do Plano e Finanças ( DPPF’s) junto
das Direcções e/ou dos Serviços Provinciais Distritais de modo que as mesmas
canalizem as receitas inscritas no Orçamento entre outras medidas
internas.
A informação foi prestada pela Chefe de Divisão do Controle de Cobrança e Benefícios Fiscais, Gisela Fernanda Sitoie, durante o Colectivo de Direcção da DGI alargado às unidades orgânicas da DGI, para análise do desempenho da receita no primeiro semestre e desafios para o segundo semestre de 2017, que teve lugar nos dias 6 e 7 do corrente mês, no Instituto de Finanças Públicas e Estudos Tributários, localizado no Distrito de Moamba, na Província de Maputo.
Antecedeu a sessão de abertura, a
saudação da praxe, a entoação do hino nacional e um breve informe dado pelo Director
Geral de Impostos, Augusto Tacaríndua, na qualidade de anfitrião. Posto isso,
coube a Presidente da Autoridade Tributária, Amélia Nakhare, presidir a sessão
de abertura.
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A Chefe de Divisão do Controle de Cobrança e Benefícios Físcais, Gizela Sitói, intervindo duranteo colectivo da DGI |
Presentes no evento o Director Geral
dos Serviços Comuns, Venâncio Francisco e a Directora do Gabinete de Controlo
Interno, Isabel Nhantumbo, na qualidade de convidados, para além de membros do
colectivo de Direcção da DGI, nomeadamente o Director Geral Adjunto de
Impostos, Domingos Muconto, os Delegados Provinciais da Autoridade Tributária
(AT), os Directores das Unidades dos Grandes Contribuintes (UGC’s), das Áreas
Fiscais, os Gestores dos Projectos de Modernização, nomeadamente e – Tributação
e Máquinas Fiscais e alguns técnicos de outras áreas.
Várias questões foram arroladas para
debate no Colectivo de Direcção Alargado tendo em conta os mecanismos de
melhoria da cobrança de receitas e a análise dos factores que determinam a
cobrança dos impostos com enfoque no papel dos Directores das unidades de cobrança
sobretudo no que diz respeito a contabilização das receitas e outros aspectos
relacionados com a contabilidade das unidades de cobrança.
Na sua intervenção, o Director Geral de
Impostos, Augusto Tacaríndua, disse que, o evento tinha em vista discutir
aspectos atinentes ao processo de cobrança de impostos internos tendo destacado
o balanço relativo ao primeiro semestre do corrente ano, e perspectivar acções
para levar a cabo o segundo semestre no sentido de recuperar e melhorar os
níveis de realização que tem vindo a ser alcançados.
Tacaríndua, reconheceu que, há
necessidade de debate sobre a questão dos Número Único de Identificação
Tributária, vulgo NUIT, com o intuito de se traçar uma estratégia clara de
atribuição dos mesmos tendo como base aquilo que neste momento tem sido o
processo de cadastro dos contribuintes.
Outro aspecto crucial é o processo de pagamento das dívidas tributárias. “Como reduzir o nível de dívidas tributárias ou por outra como melhorar a recuperação das dívidas tributárias, olhando também para aspectos de pagamentos em prestações das dívidas tributárias. Também vamos olhar para os projectos que se pretendem que melhorem o processo de cobrança de impostos internos, nomeadamente o e - tributação e as máquinas fiscais, a fase em que se encontra e o contributo que temos que continuar a dar para que estes projectos atinjam a fase que se pretende que sejam efectivos na gestão da cobrança dos impostos internos”, acrescentou.
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Directora da UGC de Maputo, Paula Peho, intervindo no Colectivo de Direcção da DGI |
Refira-se que, a Autoridade Tributária
de Moçambique (AT) é um órgão do Estado criado pela Lei n.º 1/06, de 22 de
Março e tem como tarefas fundamentais, nos termos do n.º 3 do artigo 4 do
diploma legal atrás citado, executar a política tributária e aduaneira,
dirigindo e controlando e controlando o funcionamento dos seus serviços, planificar
e controlar as suas actividades e os sistemas de informação, formar e
qualificar os recursos humanos e elaborar estudos e apoiar na concepção de
políticas tributária e aduaneira. e-Tributação
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